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CAÇADORES DA ARCA PERDIDA – dentro do poço das almas!

O meu post sobre “Caçadores da Arca Perdida” (Raiders of the Lost Ark – 1981) rendeu tanta conversa que fiquei com vontade de mergulhar no Poço das Almas e aprofundar alguns aspectos dessa obra que considero tão especial.

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A trunfo do filme está relacionado com o fato dele ser voltado para toda a família. Enquanto as crianças absorvem a mensagem geral sobre ter coragem e ser heróico, os adultos podem aproveitar muitas outras nuances. Assisti ao filme no cinema com um amigo que nunca tinha o visto, e ele considerou o longa genuinamente divertido, porém maniqueísta demais.  Entendo a opinião dele – que se torna difícil de contestar quando os vilões são a plana e puramente perversa ameaça nazista – mas devo dizer que não concordo. Com isso em mente, escrevo esse post.

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Steven Spielberg – um manifesto pela aventura

Em algum momento da minha vida enquanto garotinha reparei que todos os meus filmes favoritos eram assinados pela mesma pessoa. Desse dia em diante eu comecei a prestar atenção em quem de fato eram os diretores de cinema, e o primeiro que eu conheci foi Steven Spielberg.

Na minha vida os filmes de Spielberg sempre tiveram uma posição de destaque. Gosto deles não apenas porque muitos são de fato ótimos, mas porque para mim eles adquirem contornos um tanto quanto pessoais e representam fases, pessoas, coisas que eu vivi e senti. Mas independentemente do meu laço afetivo com sua filmografia, eu realmente admiro e aprecio a técnica e estilo do diretor.

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Caçadores da Arca Perdida – a primeira aventura de Indiana Jones

Estava comentando com uma grande amiga sobre a nova temporada do Cinemark Clássicos e o tanto que eu estava animada por conta de “Caçadores da Arca Perdida” (Raiders of the Lost Ark – 1981) quando ela me disse: “eu nunca vi esse filme do homem fugindo da bola gigante”. E desse modo, além de despertar em mim a obrigação de lhe apresentar essa grande obra, ela também conseguiu descrever com bastante acuidade a primeira cena de um filme que ela nunca assistiu.

São engraçadas essas manifestações da cultura pop. Certas imagens estão tão arraigadas no imaginário popular que são replicadas através de gerações e se tornam de certo modo eternas. E é nesse panteão dos personagens inesquecíveis e instantaneamente reconhecíveis que encontramos Indiana Jones.

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O Parque dos Dinossauros – A melhor pior ideia de todo os tempos

Se existe um ser humano que esteve envolvido de alguma forma em quase todos os filmes muito legais, esse homem é Steven Spielberg. Seja como produtor ou diretor, o inventor do blockbuster foi responsável por significativas mudanças no ato de fazer cinema, e um belo exemplo disso é o já clássico “Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros” (Jurassic Park – 1993).

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O filme do E.T. e aqueles momentos simples que mudam completamente nossas vidas

De molho aqui em casa, perdi as estreia do novo “Poltergeist” e de “A Incrível História de Adaline” (que devo ver assim que possível, então podem aguardar essas postagens aqui no blog). Mas para não deixar o site parado e também porque minha mente nunca se afasta muito do cinema, resolvi escrever sobre o filme que talvez não seja o meu grande favorito, mas com certeza é o mais importante para mim : “E.T. – O Extraterrestre” (E.T. the Extra-Terrestrial – 1982).  Ou seja, talvez essa postagem acabe soando pessoal demais e destoe um pouco do padrão de objetividade que tento manter aqui na página…

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Revisitando “Desejo e Reparação”

De vez em quando nada melhor do que se entregar à segurança das coisas que já amamos. Sem grandes espaços para surpresas ou decepções, pode ser bastante interessante se abrir para uma nova leitura de uma obra já tida como favorita. Pensando nisso, hoje escrevo sobre “Desejo e Reparação” (Atonement – 2007), um dos meus “DVDs de cabeceira”.

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Atonement começa em um dia particularmente quente que vai ser o pior da vida de Briony (espetacularmente interpretada por Saoirse Ronan), uma criança exposta a pequenos mal entendidos que se acumulam até estourarem em uma tragédia. As maiores vítimas da história são o simpático casal interpretado por Keira Knightley e James McAvoy, que inocentemente julgavam que aquele seria o verão de suas vidas.

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De volta para o futuro, de novo e de novo

Todo mundo tem “aquele” filme que já viu milhares de vezes mas que nunca perde a graça. Para mim, um desses filmes é “De Volta para o Futuro” (Back to the Future – 1985). No clássico de ficção científica, o cara mais legal do mundo (o inesquecível Doc de Christopher Lloyd) descobre como viajar no tempo e seu assistente, o garoto mais legal do mundo, acidentalmente se torna o primeiro humano capaz de voltar ao passado.

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Claro que tal fato pode ter consequências muito sérias. Desavisado, o menino altera drasticamente sua história e se vê obrigado a corrigir isso antes de voltar para sua época, numa desesperada tentativa de garantir o próprio futuro.

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Acabei de salvar a sua tarde!

Hoje vi que meu filme favorito vai passar na TV…

Não temereis juventude de férias e aqueles não-mais-tão jovens que batem cartão na VASP, agora eu tenho a solução para os seus problemas! Para salvar vocês do marasmo dessa quinta feira tediosa, o TCM decidiu passar “…E o Vento Levou“!!!!!!!!!

“…E o Vento Levou” é um filme de 1939 adaptado do romance épico homônimo de Margaret Mitchell. A história se passa durante a Guerra de Secessão e mostra a derrocada dos aristocratas agrícolas do Sul. O filme poderia ser explicado superficialmente como sendo a jornada de uma família de latifundiários antes, durante e depois da Guerra, que teve de se adaptar radicalmente aos novos tempos servindo como alegoria para representar o fim de toda uma era de estruturas arcaicas que deu lugar ao Estado americano como conhecemos hoje. No entanto nessa tal casa sulista somos apresentados à uma personagem chamada Scarlett O’Hara, imortalizada por Vivien Leigh. E em um passe de mágica uma história que tinha tudo para ser excelente se tornou apenas A MELHOR DE TODOS OS TEMPOS.

E se você ainda não está convencido a passar a sua tarde na companhia do mais grandioso filme americano, deixe-me lhe dar apenas mais alguns motivos:

Tem sedução…

Tem a Scarlett maravilhosa que entende como a gente se sente…

Tem desprezo…

E sinceramente? Tem tudo mais o que tem direito afinal é um filme de quatro horas e cabe muita coisa ali. Além de que existem aqueles filmes que todo mundo tem a obrigação de ver e com certeza esse é o principal deles.

Começa às 15:00 no TCM! Vai perder?

Conclusão: “Tara! Home. I’ll go home.”

P.S: Pra você que tomou bomba na quarta série fica aqui uma breve explicação do que foi a tal Guerra pra te situar.

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