O Parque dos Dinossauros – A melhor pior ideia de todo os tempos

Se existe um ser humano que esteve envolvido de alguma forma em quase todos os filmes muito legais, esse homem é Steven Spielberg. Seja como produtor ou diretor, o inventor do blockbuster foi responsável por significativas mudanças no ato de fazer cinema, e um belo exemplo disso é o já clássico “Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros” (Jurassic Park – 1993).

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Cinco motivos para ver (ou não) “O Melhor de Mim”

Todo ano chega aquele momento em que você vai ao cinema e se depara com mais um longa adaptado dos romances de Nicholas Sparks, o que por si só costuma ser suficiente para determinar se você assistirá ou não ao filme. Pensando nisso e nos sentimentos completamente opostos que as produções relacionadas ao autor despertam, escrevi o post de hoje num formato diferente. Então vamos aos cinco motivos para ver ou para fugir de “O Melhor de Mim” (The Best of Me – 2014).

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They are here… AGAIN. O novo Poltergeist

Remakes em geral são um assunto polêmico. Os defensores afirmam que a modernização e novas tecnologias são essenciais para contagiar a nova geração, já os puristas contrários à prática acreditam que a história não perde valor simplesmente por ter sido filmada em uma época que talvez esteja defasada. Confesso que pertenço ao segundo grupo, mas fui com a mente aberta e pronta para me divertir assistir ao novo “Poltergeist: O Fenômeno” (Poltergeist – 2015).

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A fantasia pseudo-científica de Adaline

“A Incrível História de Adaline” (The Age of Adaline – 2015) é daqueles filmes que chegam em um pacote lindo… mas sem nada dentro. A parte técnica do filme, no que diz respeito à fotografia, figurinos e trilha sonora cria um espetáculo muito bonito, mas está fadada a embalar um roteiro que fracassa.

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O filme conta a história de Adaline (interpretada sem muito brilho por Blake Lively), uma mulher que, em determinado momento de sua vida, para de envelhecer e se vê obrigada a testemunhar as mudanças nas pessoas e no mundo enquanto ela permanece a mesma. A premissa é bastante interessante, mas em vez de o roteiro se entregar à sua natureza fantástica, o filme cometeu o grave erro de tentar explicar o inexplicável.

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O Amor é Estranho

O título de “O Amor é Estranho” (Love is Strange – 2014) soa equivocado por se tratar de um filme onde as regras da sociedade prendem as pessoas em situações, essas sim estranhas à elas, enquanto o amor se manifesta com clareza como a única coisa que pode ser tida como certa.

O longa conta a história de Ben (John Lithgow) e George (Alfred Molina), que após viverem juntos por quase 40 anos decidem se casar para oficializar sua união e celebrar o amor que existe entre eles com os amigos que vivem à sua volta.

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O filme do E.T. e aqueles momentos simples que mudam completamente nossas vidas

De molho aqui em casa, perdi as estreia do novo “Poltergeist” e de “A Incrível História de Adaline” (que devo ver assim que possível, então podem aguardar essas postagens aqui no blog). Mas para não deixar o site parado e também porque minha mente nunca se afasta muito do cinema, resolvi escrever sobre o filme que talvez não seja o meu grande favorito, mas com certeza é o mais importante para mim : “E.T. – O Extraterrestre” (E.T. the Extra-Terrestrial – 1982).  Ou seja, talvez essa postagem acabe soando pessoal demais e destoe um pouco do padrão de objetividade que tento manter aqui na página…

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Assistam ao ótimo novo episódio de Mad Max!!!

A difícil, cara e longuíssima produção de “Mad Max: Estrada da Fúria” (Mad Max: Fury Road – 2015) fez com que muitos questionassem o motivo de George Miller insistir em tirar o quarto episódio de sua saga pós-destruição nuclear do papel. Seria realmente necessário retomar uma franquia cujo último episódio foi lançado há 30 anos? Após conferir o resultado, a única resposta possível é um retumbante SIM. mad 3 Continuar lendo

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Chappie – o robozinho gangsta

Neill Blomkamp impressionou a todos em sua estreia com”Distrito 9″ (2009), onde provou ter herdado o talento dos grandes mestres da ficção científica de usar o fantástico não só como terreno fértil de criação, mas também para alegorizar problemas do presente. Depois de ter derrapado com seu segundo longa, “Elysium” (2013), que apesar de partir de uma boa ideia não conseguiu funcionar muito bem, o diretor nos entrega seu terceiro filme, “Chappie” (2015).

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Mais uma vez somos levados a um ambiente urbano distópico que parece ser marca registrada do diretor. Os alienígenas de distrito 9 agora dão lugar às máquinas, e a busca pela inteligência artificial (e as imprevisíveis consequências de sua obtenção) tira o foco do conflito social e revela que agora Blomkamp está interessado em falar sobre o homem e aquilo que o define como tal.

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Vingadores: A Era de Ultron

Na estréia do primeiro filme dos Vingadores já se sabia que o projeto era ambicioso. O que ninguém estava esperando, no entanto, era o resultado apoteótico dessa combinação de heróis. Com grande satisfação, o público percebeu que os filmes da Marvel tinham pretensões muito maiores do que apenas divertir, eles estavam ali para criar nos cinemas um universo paralelo de maravilhas que antes era restrito às comic shops.

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Com instituições e personagens estabelecidos, coube à fase seguinte mostrar que nem tudo era tão bom quanto parecia. Em quem confiar quando no espaço existe uma ameaça praticamente invencível e a instituição que deveria proteger o planeta foi desmantelada após ter sido provada como corrupta?

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“Vício Inerente” – o noir hippie de Paul Thomas Anderson

De vez em quando aparece algum filme que nos lembra do que o Cinema pode fazer. Em seu novo longa, Paul Thomas Anderson usa toda a sua experiência para transformar “Vício Inerente” (Inherent Vice – 2014) em um ótimo exemplo de sua arte.

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O filme é daqueles onde tudo funciona bem. Figurinos, cenários e trilha sonora servem de pano de fundo para atuações excelentes que darão vida à história de Doc (Joaquin Phoenix), um investigador hippie e maconheiro que deve desvendar um caso nesse noir roots.

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