Arquivo da tag: Aventura

Perdido em Marte – um sci-fi que não é sobre adolescentes tentando derrubar governos

Numa época onde a cultura hipster insiste em dominar o mainstream com a sua noção artificial de passado, Ridley Scott conseguiu fazer o filme genuinamente mais retrô dos últimos tempos. Embalado por sucessos da era disco, “Perdido em Marte” (The Martian – 2015) é um divertido blockbuster pop.

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CAÇADORES DA ARCA PERDIDA – dentro do poço das almas!

O meu post sobre “Caçadores da Arca Perdida” (Raiders of the Lost Ark – 1981) rendeu tanta conversa que fiquei com vontade de mergulhar no Poço das Almas e aprofundar alguns aspectos dessa obra que considero tão especial.

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A trunfo do filme está relacionado com o fato dele ser voltado para toda a família. Enquanto as crianças absorvem a mensagem geral sobre ter coragem e ser heróico, os adultos podem aproveitar muitas outras nuances. Assisti ao filme no cinema com um amigo que nunca tinha o visto, e ele considerou o longa genuinamente divertido, porém maniqueísta demais.  Entendo a opinião dele – que se torna difícil de contestar quando os vilões são a plana e puramente perversa ameaça nazista – mas devo dizer que não concordo. Com isso em mente, escrevo esse post.

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Steven Spielberg – um manifesto pela aventura

Em algum momento da minha vida enquanto garotinha reparei que todos os meus filmes favoritos eram assinados pela mesma pessoa. Desse dia em diante eu comecei a prestar atenção em quem de fato eram os diretores de cinema, e o primeiro que eu conheci foi Steven Spielberg.

Na minha vida os filmes de Spielberg sempre tiveram uma posição de destaque. Gosto deles não apenas porque muitos são de fato ótimos, mas porque para mim eles adquirem contornos um tanto quanto pessoais e representam fases, pessoas, coisas que eu vivi e senti. Mas independentemente do meu laço afetivo com sua filmografia, eu realmente admiro e aprecio a técnica e estilo do diretor.

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Jurassic World: o melhor filme HORRÍVEL que você vai ver nesse ano

Se você, como eu, cresceu amando Jurassic Park e não tem vergonha de admitir que se divertiu com as continuações, você também provavelmente esperou 22 pra poder gritar que FINALMENTE O PARQUE ESTÁ ABERTO em “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” (Jurassic World – 2015)!!! E, convenhamos, bonito o parque é…

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Caçadores da Arca Perdida – a primeira aventura de Indiana Jones

Estava comentando com uma grande amiga sobre a nova temporada do Cinemark Clássicos e o tanto que eu estava animada por conta de “Caçadores da Arca Perdida” (Raiders of the Lost Ark – 1981) quando ela me disse: “eu nunca vi esse filme do homem fugindo da bola gigante”. E desse modo, além de despertar em mim a obrigação de lhe apresentar essa grande obra, ela também conseguiu descrever com bastante acuidade a primeira cena de um filme que ela nunca assistiu.

São engraçadas essas manifestações da cultura pop. Certas imagens estão tão arraigadas no imaginário popular que são replicadas através de gerações e se tornam de certo modo eternas. E é nesse panteão dos personagens inesquecíveis e instantaneamente reconhecíveis que encontramos Indiana Jones.

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O Parque dos Dinossauros – A melhor pior ideia de todo os tempos

Se existe um ser humano que esteve envolvido de alguma forma em quase todos os filmes muito legais, esse homem é Steven Spielberg. Seja como produtor ou diretor, o inventor do blockbuster foi responsável por significativas mudanças no ato de fazer cinema, e um belo exemplo disso é o já clássico “Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros” (Jurassic Park – 1993).

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O filme do E.T. e aqueles momentos simples que mudam completamente nossas vidas

De molho aqui em casa, perdi as estreia do novo “Poltergeist” e de “A Incrível História de Adaline” (que devo ver assim que possível, então podem aguardar essas postagens aqui no blog). Mas para não deixar o site parado e também porque minha mente nunca se afasta muito do cinema, resolvi escrever sobre o filme que talvez não seja o meu grande favorito, mas com certeza é o mais importante para mim : “E.T. – O Extraterrestre” (E.T. the Extra-Terrestrial – 1982).  Ou seja, talvez essa postagem acabe soando pessoal demais e destoe um pouco do padrão de objetividade que tento manter aqui na página…

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Assistam ao ótimo novo episódio de Mad Max!!!

A difícil, cara e longuíssima produção de “Mad Max: Estrada da Fúria” (Mad Max: Fury Road – 2015) fez com que muitos questionassem o motivo de George Miller insistir em tirar o quarto episódio de sua saga pós-destruição nuclear do papel. Seria realmente necessário retomar uma franquia cujo último episódio foi lançado há 30 anos? Após conferir o resultado, a única resposta possível é um retumbante SIM. mad 3 Continuar lendo

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Chappie – o robozinho gangsta

Neill Blomkamp impressionou a todos em sua estreia com”Distrito 9″ (2009), onde provou ter herdado o talento dos grandes mestres da ficção científica de usar o fantástico não só como terreno fértil de criação, mas também para alegorizar problemas do presente. Depois de ter derrapado com seu segundo longa, “Elysium” (2013), que apesar de partir de uma boa ideia não conseguiu funcionar muito bem, o diretor nos entrega seu terceiro filme, “Chappie” (2015).

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Mais uma vez somos levados a um ambiente urbano distópico que parece ser marca registrada do diretor. Os alienígenas de distrito 9 agora dão lugar às máquinas, e a busca pela inteligência artificial (e as imprevisíveis consequências de sua obtenção) tira o foco do conflito social e revela que agora Blomkamp está interessado em falar sobre o homem e aquilo que o define como tal.

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Vingadores: A Era de Ultron

Na estréia do primeiro filme dos Vingadores já se sabia que o projeto era ambicioso. O que ninguém estava esperando, no entanto, era o resultado apoteótico dessa combinação de heróis. Com grande satisfação, o público percebeu que os filmes da Marvel tinham pretensões muito maiores do que apenas divertir, eles estavam ali para criar nos cinemas um universo paralelo de maravilhas que antes era restrito às comic shops.

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Com instituições e personagens estabelecidos, coube à fase seguinte mostrar que nem tudo era tão bom quanto parecia. Em quem confiar quando no espaço existe uma ameaça praticamente invencível e a instituição que deveria proteger o planeta foi desmantelada após ter sido provada como corrupta?

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