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A delicadeza de deixar de ser criança em “Azul é a Cor Mais Quente”

Hoje vi que crescer não é fácil e fazer filmes bons sobre esse processo é menos ainda…

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Em tempos da necessária militância à favor de direitos iguais para os homossexuais é impressionante que uma história de amor protagonizada por duas mulheres levante menos polêmica e mais reflexão. Por mais que muito tenha sido dito à respeito da longa e desnecessária cena de sexo que gerou acusações de abuso ao diretor Abdellatif Kechiche (ambas as protagonistas declararam que não trabalharão novamente com ele) ela é a primeira coisa a ser esquecida quando deixamos a sala de cinema de “Azul é a Cor Mais Quente”La Vie d’Adèle – Chapitres 1 et 2 – 2013). O que fica em nós é a força do filme que desperta a sensação agridoce sobre o fim da juventude.

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